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sábado, 29 de outubro de 2011

A gente nunca sabe...


                     peregrinacultural.wordpress.com
 
























A fábula do Rato


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!

A galinha disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!

- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:

- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Continua...

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.


“Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.” 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

"A vida não dá e nem empresta... "


                                                           noticias.uol.com.br


 

 

 

 

  

 






 

 

 

 

FILA INDIANA

por Tina Simão



"Para mim os homens caminham pela face da Terra em fila indiana.

Cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades.

Na sacola de trás guardamos os nossos defeitos.


Continua.
  


Por isso durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos presas em nosso peito.

Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente nas costas do companheiro que está adiante, todos os defeitos que ele possui.

E nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito.

"A vida é como jogar uma bola na parede:
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca "jogue uma bola na vida" de forma que você
não esteja pronto a recebê-la".


"A vida não dá e nem empresta; não se comove e nem se apieda.

Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos".


Albert Einstein

domingo, 2 de outubro de 2011

"Faça o que eu digo, mas não o que faço... "














O falso mestre


Era um renomado mestre; um desses mestres que correm atrás da fama e gostam de acumular mais e mais discípulos. Em uma grande planície, reuniu centenas de discípulos e seguidores.

Levantou-se, impostou a voz e disse: - Meus amados, escutai a voz de quem sabe. Fez-se um grande silêncio. Poder-se-ia escutar o vôo rápido de um mosquito. - Nunca deveis relacionar-vos com a mulher de outro; nunca. Jamais deveis beber álcool e tão pouco comer carne.


Continua...



Um dos assistentes atreveu-se a perguntar: - Outro dia, não eras tu que estavas abraçado com a esposa de Jai? - Sim, era eu -respondeu o mestre. Então, outro ouvinte perguntou: - Não vi a ti outro dia ao anoitecer bebendo na taberna? - Esse era eu -respondeu o mestre.

Um terceiro homem interrogou ao mestre: - Não eras tu que outro dia comias carne no mercado?

- Efetivamente -afirmou o mestre. Nesse momento todos os assistentes sentiram-se indignados e começaram a protestar. - Então, porque pedes a nós, que façamos o que tu não fazes? E o falso mestre respondeu:

 - Porque eu ensino, mas não pratico.

O GRANDE MESTRE disse: Se não encontras um verdadeiro mestre para seguir, converte a ti mesmo em mestre. Em última instância, tu és teu discípulo e teu mestre.
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